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  • Redação

Fé: nossa resposta a Deus

A fé: dom e resposta


Hoje muitos dizem que não têm mais fé; que perderam a fé. Outros têm uma fé muito infantil. Uma fé misturada com crendices, sentimentalismos. E os jovens falam em crise de fé...


O QUE É A FÉ?


Somos pessoas. Acreditamos nas pessoas, nas suas qualidades, na capacidade de desenvolvimento.


Como pessoas estamos diante de um mundo participando de uma história.


Mas, tanto o homem como este mundo não estão aí por acaso. Tudo é fruto de um plano de Deus. Somos conhecidos, amados e pensados por Deus.


Se estamos existindo é porque temos uma missão e uma finalidade: transformar o mundo, torná-lo cristão, para que reconheça e ame o seu Senhor e viva na justiça, na fraternidade com os irmãos.


Por isso ter fé é acreditar num Deus vivo, presente; num Deus que está conosco, que nos acompanha no decorrer da história, que caminha conosco. É acreditar num Deus que se faz um de nós; que se torna conhecido através da pessoa de Jesus Cristo.


Pois Jesus Cristo no revela o Pai: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,8). E nos mostra o plano do Pai a nosso respeito: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).


Ele nos mostra o caminho da salvação: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6).


A estas iniciativas de Deus, de nos chamar à existência, de nos mostrar o seu grande amor enviando o seu próprio Filho para nos salvar, de ser tudo para nós, precisamos dar uma resposta: uma resposta de fé.


E essa resposta é pessoal. Também não existe fé que não seja demonstrada através da própria vida.


A fé é uma busca. Aprofundamos a fé através da catequese, leitura bíblica, celebrações, dos grupos de jovens, dos grupos de reflexão e das comunidades eclesiais de base. Mas sobretudo fé é graça divina. Precisamos pedir a Deus o dom da fé.


Devemos ter fé em todos os momentos: de luta, de obscuridade, de provação, de alegria, de crescimento, de bem-estar. Não existe fé desligada da vida.


A fé é um compromisso de justiça, de fraternidade, de verdade, de comunidade, de luta pelos oprimidos, pelos “sem-voz e sem-vez”, pelos sem-terra, sem lugar para morar.

 

O sacramento da decisão


Não existe nenhum manual catequético que não tenha a necessidade de adaptar-se a novos tempos e a novas prioridades. Não fugindo dessa necessidade, o presente manual para o crismando procura enfatizar duas verdades essenciais: assumir conscientemente o batismo e fazer-se membro participante da comunidade.


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