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Símbolos católicos no Natal

O Natal se aproxima, tempo de festas e de estarmos mais pertinho daqueles que amamos.


Mas, você sabe para que serve alguns símbolos?


Hoje vamos aprender um pouco mais sobre alguns deles.

Quais os sinais e símbolos do Natal?


Construídos através dos séculos, dentre os principais sinais e símbolos natalinos estão: a árvore de Natal, o presépio e seus personagens, a guirlanda na porta das casas, a coroa do Advento com suas quatro velas, a estrela de Belém, os enfeites natalinos, a figura do Papai Noel, as meias e sapatos na janela ou na lareira, os sinos, os cânticos, as velas, a iluminação da árvore, das casas e dos locais públicos, a ceia familiar com seus pratos típicos e a troca de presentes. Cada um tem seus significados e suas curiosidades. A maioria dos símbolos natalinos busca ajudar as pessoas a penetrarem um mistério impenetrável: a encarnação do Verbo Divino. Isso não é nada simples. Para os cristãos, o Deus Único tinha um filho e o enviou ao mundo. Não foi uma aparição. Ele se fez homem lá na Palestina. Pode? Nenhum período do ano tem tantos símbolos católicos.


Por que as bengalas, os 3 sinos e os 7 anjinhos?


Os enfeites da árvore de Natal são um espaço de liberdade, arte e poesia para a criatividade familiar. Alguns são tradicionais e merecem destaque. Os 3 sininhos simbolizam a Santíssima Trindade e também costumam adornar a guirlanda do Natal, na entrada das casas. Os 7 anjinhos representam os espíritos angélicos, os anjos dos pequeninos diante de Deus, contemplando e intercedendo por todos (Mt 18,10).As bengalinhas evocam a caminhada, o trabalho de cada um e também o pastoreio de Jesus, o cajado do bom pastor. Também colocam-se pequenos e bonitos pacotinhos e presentinhos dependurados na árvore ou aos seus pés. Eles representam as boas ações e os sacrifícios, os “presentes” que serão dados a Jesus no Natal.


Quem inventou o presépio?


Foi São Francisco de Assis quem armou o primeiro presépio da história, na noite de Natal de 1223, na localidade de Greccio, lá na Itália. Ele é o inventor do presépio, mas nunca cobrou direitos autorais, nem de propriedade intelectual. São Francisco de Assis quis celebrar o Natal da forma mais realista possível e, com a permissão do papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos. Nesse cenário, foi celebrada a missa de Natal. O costume espalhou-se pela Europa e de lá pelo mundo.


Qual o significado das luzes de Natal?


Para os cristãos, as luzes de Natal expressam a iluminação trazida ao mundo pelo nascimento de Jesus. Essa iluminação está presente na árvore de Natal, nas fachadas de casas e lugares públicos (calçadas, árvores, prédios, lojas etc.). Todas essas luzes saúdam o início de uma nova era, a Era Cristã. As velas, por serem perigosas, foram substituídas pelos pisca-piscas com a generalização da eletricidade. Graças à competitividade da China pagã, as luzinhas ficaram baratas. Seu uso ampliou-se. Elas cintilam de forma variada e alcançam locais e durações inimagináveis para as velas. As luzes natalinas trazem alegria e encantamento.


Qual a diferença entre Tempo do Advento e o do Natal?


Com tanta festa de fim de ano é bom não misturar os tempos. Para a Igreja existem dois tempos: o do Advento e o do Natal. O calendário litúrgico da Igreja Católica, equivalente ao ano civil, começa com o Advento, em novembro. O Tempo do Advento inicia-se quatro domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro com a comemoração do nascimento de Cristo. Já o Tempo do Natal vai da véspera do Natal até o primeiro domingo da Festa da Epifania. No ciclo do Natal são celebradas as festas da Sagrada Família (30 de dezembro), da Circuncisão do Senhor (1º de janeiro), de Santa Maria Mãe de Deus (1º de janeiro), dos Santos Reis ou dos Reis Magos (6 de janeiro) e do Batismo de Jesus (primeiro domingo após a Epifania). Todas as festividades de Natal acabam na Epifania. Queimam-se as palhinhas do presépio na Amazônia e no Nordeste e como se diz na Itália: “L’Epifania tute le feste a porta via”. A Epifania leva embora todas as festas. Mas o Carnaval as traz de volta. E, no Brasil, o Carnaval já dá seus brados no réveillon de 1º de janeiro, em plena Festa da Circuncisão de Jesus.

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